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segunda-feira, 1 de junho de 2015
terça-feira, 30 de julho de 2013
Vivemos mais! Vivemos bem? Por uma vida plena
Vivemos mais! Vivemos bem? Por uma vida plena
de Mario Sergio Cortella / Terezinha Azerêdo Rios
Coleção: Papirus debates
Encadernação: Brochura
Nº Páginas: 112
Público Alvo: Geral
O LIVRO
Muito se tem escrito, falado e divulgado sobre o aumento da expectativa de vida. A todo momento ouvimos recomendações de como manter a qualidade de vida: prática de exercícios, alimentação saudável e assim por diante.
Para além de todas essas questões, há, contudo, uma experiência pessoal, única. A seu modo, cada um de nós pode fazer do próprio envelhecimento um processo de crescimento contínuo: não biológico, mas de aprendizado e convívio, de autoconhecimento e compreensão.
Assim, enfrentando a vida com coragem, partilhando as experiências, sendo vital no dia a dia, talvez, além de longa, nossa vida possa ser larga, ampla.
O CONTEÚDO
A vida como desafio
Viver mais e viver bem
Tempo amigo, tempo inimigo
Olhando para trás e adiante
A ditadura do relógio e o valor do tempo
A ampliação do horizonte de vida
A vida só vale porque é finita
Quais são seus planos para o futuro?
Aposentadoria não é desocupação!
Vida boa = Presença do desejo
SAIBA MAIS
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Filosofia,
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papirus 7 mares
quinta-feira, 21 de março de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
A PÁTRIA DOS CURADORES de Sandra Nuñes
A PÁTRIA DOS CURADORES
de Sandra Nuñes
Tipo de Capa: Brochura
Edição: 1ª edição - 01/2013
Número de Páginas: 216
O LIVRO
A Pátria dos Curadores é um mapeamento inédito da história da cura espiritual no Brasil, desde o Brasil colônia até João de Deus. A autora faz uma descrição empolgante e detalhada da vida e do trabalho espiritual dos médiuns de cura mais proeminentes do país. Paralelamente, a autora investiga e explica os conceitos mais importantes por trás da medicina espiritual. Esta que é a mais completa obra de referência sobre a cura espiritual brasileira, certamente enriquecerá a visão de mundo de todos que se interessem pelos aspectos científicos e filosóficos da cura espiritual.
A AUTORA
SANDRA NUÑEZ é diplomada em Antropologia, Ciências Sociais e Estudos Latino-americanos, na University of California de Irvine e Los Angeles. Estudou espiritualidade ao longo de toda a vida e atualmente é doutoranda do programa de Psicologia da Saúde da Capella University. Os seus estudos acadêmicos e viagens a lugares sagrados enriqueceram a sua experiência e conhecimento espiritual, que agora ela compartilha em benefício de uma sociedade mais humanitária. Sandra cresceu em Imperial Valley, uma comunidade fronteiriça da Califórnia, e atribui a sua a essa experiência a sua sensibilidade à multiplicidade cultural e tolerância religiosa. Ela colaborou na redação de vários livros, incluindo uma enciclopédia sobre psicologia multicultural e uma obra sobre práticas de cura latino-americanas. Sandra mora no sul da Califórnia. www.soulharmonics.org
LEIA AQUI O PRIMEIRO CAPITULO DO LIVROhttp://issuu.com/grupoeditorialpensamento/docs/p_tria_dos_curadores?mode=window
Decifrando Milagres - America Latina
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
MULHERES NA BÍBLIA de John Baldock
MULHERES NA BÍBLIA
Atos Heróicos, Nascimentos Miraculosos, Rivalidades e Amor Verdadeiro
de John Baldock
PÁGINAS: 256
FORMATO: 17 x 24 cm
De alguma forma livros de ficção que envolvem conspirações, mistérios e uma dose cavalar de especulações sobre textos ditos sagrados (a palavra de Deus, por certo) trouxeram novas visões e não menos especulações sobre o papel das mulheres na Biblia , talvez mais acerca do novo testamento que do antigo, excetuando-se a questão de Eva e do pecado original (como se pudesse existir algum plágio). Pois bem , este é um titulo de boa origem, celere como todo despertador de curiosidades, um bom roteiro de pesquisa enriquecido por ilustrações (o autor era pintor antes de escritor).
O LIVRO
Este livro tem como objetivo valorizar as participações das mulheres na história bíblica e resgatar suas contribuições na formação e consolidação das religiões cristã e judaica.
Com exceção de umas poucas mulheres como Eva, Maria (a mãe de Jesus) e Maria Madalena, as mulheres na Bíblia são geralmente ofuscadas por seus parceiros masculinos. Esta situação não apenas reflete a condição atribuída às mulheres na sociedade ocidental nos últimos dois mil anos, como também revela a natureza patriarcal tanto da religião judaica quanto da cristã. Entretanto, um estudo mais detalhado da Bíblia revela que outrora as mulheres foram consideradas como estando à altura dos homens antes que a eles se sujeitassem. Lemos a respeito de mulheres que foram sacerdotisas no Oriente Próximo, que serviram como juízas e profetisas aos antigos israelitas, e que salvaram o povo judeu da extinção. Até a Sabedoria, que é descrita no livro de Provérbios como a "fonte da vida", foi personificada como uma mulher.
Mulheres na Bíblia reconta as histórias das mulheres, sejam elas grandes ou humildes que povoam as páginas do Antigo e do Novo Testamentos, bem como dos livros bíblicos conhecidos como Apócrifos. Estas histórias são de amor verdadeiro, de devoção, piedade, incesto, cobiça, adultério, poligamia, necromancia, decapitação, traição e violência; de exploração e abuso de mulheres por homens e de como as mulheres acabaram se vingando.
Com
ilustrações de muitas pinturas de grandes mestres, este livro foi
elaborado para ser de fácil acesso e é escrito em um estilo claro e
direto.De Adão e Eva a Jesus, Maria e Maria Madalena, Mulheres na Bíblia explora a mudança de papel das mulheres através dos milênios na história bíblica. Suas fascinantes histórias remontam desde relatos de nascimentos milagrosos e fatos heróicos a intrigas ardilosas e fatais. Recontando tais histórias, este livro também explora os significados alegóricos e a importância dos nomes bíblicos.
O AUTOR
John Baldock - Tendo ensinado inicialmente como pintor e professor de arte John Baldock dispendeu vários anos na França, durante o qual estudou História da Arte na École du Louvre em Paris. Em seu retorno para a Inglaterra, John ensina História da Arte, e simultaneamente escreve um livro que explora o aspecto espiritual do simbolismo religioso. Nos últimos vinte anos, ele tem se ocupado com seu interesse na essência espiritual das religiões dominantes - incluindo o Judaísmo, Cristianismo e Islamismo - e tem dado palestras na Europa e Estados Unidos. Ele também é estudioso das diversas tradições religiosas do mundo. Seus livros publicados incluem The Little Book of Zen Wisdom, The Little Book of the Bible, The Elements of Christian Symbolism e The Alternative Gospel.
Não deixe de ver também
LA REAL MARIA DE MAGDALA? BBC
The Holy Bible: Ruth - A Faithful Woman
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
BATALHAS NA BÍBLIA 1400 A.C – 73 D.C de Martin J. Dougherty, Michael E. Haskew, Phyllis G. Jestice, Rob S. Rice

BATALHAS NA BÍBLIA
1400 A.C – 73 D.C
de Martin J. Dougherty, Michael E. Haskew, Phyllis G. Jestice, Rob S. Rice
PÁGINAS: 224
FORMATO: 17 x 24 cm
O LIVRO
Conflitos Militares e Religiosos que Determinaram a História da Humanidade.
Importantes batalhas narradas na BÍBLIA, no Velho Testamento, são descritas neste livro, através de uma nova e surpreendente visão dos verdadeiros objetivos e razões que levaram povos, Reis e nações a digladiarem-se em busca de vitórias e conquistas.
Este livro fartamente ilustrado apresenta, entre outras, as conquistas de Josué, as campanhas bem-sucedidas dos Reis Saul e Davi, as vitórias de Judas Macabeu, a conquista de Judá pelos babilônios, o cerco de Jerusalém, as invasões assírias e a ocupação de todo o território bíblico pelos romanos.
Inclui mapas das batalhas mostrando as disposições, os movimentos táticos e militares, além de um quadro de referência rápida com detalhes das datas, localizações, líderes envolvidos, número de combatentes, e resultados finais das batalhas e guerras.
Um livro obrigatório para apreciadores de textos sobre batalhas, guerras e conflitos militares através da história da humanidade.
A conquista de Judá
Para exemplicar a importância deste livro, apresentamos aqui um dos momentos de batalhas e estratégias politicas encontrados na Biblia. Estamos falando da conquista de Judá pelos babilônios.
Após a queda de Samaria, em 719 a.E.C., restava aos judeus apenas o Reino de Judá, pequeno e pobre. Parecia que nenhuma nação teria interesse em conquistar Judá, mas não foi isto que aconteceu. Judá era o maior dos poucos reinos da costa do Mediterrâneo que ainda mantinham sua soberania¹ e o maior deles, por isso tornou-se objeto de desejo das potências próximas: Egito e Assíria.
Ezequias, rei de Judá logo após a queda de Israel, tentou estender a soberania da casa de David sobre os territórios do Norte. Enviou mensagens convidando o povo que restara em Israel a juntar-se ao povo de Judá na celebração do Pessach. Alguns foram, mas o importante é que esse fato fez com que Senaqueribe, rei da Assíria, enviasse um exército para arrasar Judá. Chegaram a sitiar Jersualém, mas aconteceu algo com seu exército (provavelmente uma peste) e o cerco foi suspenso. O exército assírio marchou de volta para casa e Judá manteve sua independência.

Nesse período viveu Isaías, um dos maiores profetas judeus. Apoiara Ezequias, mas era totalmente contrário à política de Manasseh, seu sucessor. Manasseh, para enquadrar Judá na civilização assíria, permitiu práticas pagãs e sacrifícios a Deuses estrangeiros no Templo. O governo de Amon, seu filho, tirânico como o pai, não foi suportado pela corte, que o assassinou. Colocaram Josias, seu filho de oito anos no trono. Josias empreendeu reformas religiosas que visavam uma volta às raízes do judaísmo.
Após a queda de Samaria, em 719 a.E.C., restava aos judeus apenas o Reino de Judá, pequeno e pobre. Pareceria que nenhuma nação teria interesse em conquistar Judá, mas não foi isto que aconteceu. Judá era o maior dos poucos reinos da costa do Mediterrâneo que ainda mantinham sua soberania e o maior deles, por isso tornou-se objeto de desejo das potências próximas: Egito e Assíria.
Ezequias, rei de Judá logo após a queda de Israel, tentou estender a soberania da casa de David sobre os territórios do Norte. Enviou mensagens convidando o povo que restara em Israel a juntar-se ao povo de Judá na celebração do Pessach. Alguns foram, mas o importante é que esse fato fez com que Senaqueribe, rei da Assíria, enviasse um exército para arrasar Judá. Chegaram a sitiar Jersualém, mas aconteceu alguma coisa com seu exército (provavelmente uma peste) e o cerco teve de ser suspenso. O exército assírio marchou de volta para casa e Judá manteve sua independência.
Foi nesse período que viveu Isaías, um dos maiores profetas judeus. Apoiara Ezequias, mas era totalmente contrário à política de Manasseh, seu sucessor. Manasseh, para enquadrar Judá na civilização assíria, permitiu práticas pagãs e sacrifícios a Deuses estrangeiros no Templo. O governo de Amon, seu filho, tirânico como o pai, não foi suportado pela corte, que o assassinou. Colocaram Josias, seu filho de oito anos² no trono. Josias empreendeu reformas religiosas que visavam uma volta às raízes do judaísmo. Logo depois, Judá foi conquistada pelo Egito e, pouco mais tarde (600 a.E.C), a aliar-se à Babilônia.
Em 597 a.C. Nabucodonosor, imperador da Babilônia, colocou seus exércitos em frente às muralhas de Jerusalém, para punir o descumprimento de alianças anteriores entre os dois reinos. Depois de uma pequena tentativa de defesa, Nabucodonosor invadiu a cidade, ordenando que os cidadãos mais importantes e sábios, assim como os maiores tesouros do templo e do palácio, fossem levados para a Babilônia.
Segundo Luiz Sayão que é lingüista e hebraísta da USP "em 605 a.C., Nabopolassar enviou Nabucodonosor para combater a ameaça egípcia, que havia tomado Carquêmis desde 609 a.C., em aliança com os assírios. Os egípcios são derrotados. Nabucodonosor invade as terras de Judá e acaba se instalando em Ribla. O rei Jeoaquim, ex-vassalo do faraó Neco II, agora estava sujeito ao monarca neobabilônio. Com a morte de seu pai , Nabucodonosor é coroado rei na Babilônia . Jeoaquim concordou em ser seu vassalo por três anos (2 Re 24.1). Em 601 a.C. os babilônios tentam conquistar o Egito, mas são resistidos por Neco II. A partir daí fortificam suas bases em Ribla e Hamate. Pelo fato de Judá ter buscado apoio no Egito, Nabucodonosor assedia Jerusalém, que se rende em 15-16 de março de 597 a.C.
Com a morte de Jeoaquim em 598 a.C. em Jerusalém, Joaquim (também chamado Jeconias ou Conias) (2 Re 24.8-17; 2 Cr 36.9,10; Jr 22.24-30; 52.31-34), seu filho, é o rei que perde a capital para o poderio neobabilônio, durante um reinado de apenas três meses. Ele é levado para a Babilônia, e seu tio Zedequias (2 Re 24.17-25.7; 2 Cr 36.11-21; Jr 39.1-10; 52.1-11) é nomeado rei-títere em Jerusalém. Zedequias fica no poder por onze anos e rebela-se contra os babilônios, o que provoca o cerco e a destruição da cidade em 15 de agosto de 586. Em sua tentativa de fuga, Zedequias é preso em Jericó, levado para Ribla, e é levado para a Babilônia, cego, onde morreu. Depois, um funcionário de Mispá, Gedalias, governa sob o domínio neobabilônico. Ele e seus partidários são assassinados. Os culpados fogem para o Egito (2 Re 25.23-26)."
Porém, o reino de Judá só viria a cair totalmente em 586 a.C, quando aconteceu um segundo exílio. O templo foi totalmente destruído e sobraram no antigo reino de Davi quase que somente camponeses. O povo judeu então ficou dividido entre os que viviam no exílio na Babilônia (Galut Bavel) e os que continuavam morando na Palestina.
Diferentemente do exílio na Assíria - onde os judeus deportados se assimilaram totalmente – os exilados na Babilônia se articularam em comunidades, não deixando o judaísmo morrer.
OS AUTORES
Martin J. Dougherty é um escritor independente e editor especializado em tópicos militares e de defesa. Ele contribuiu anteriormente para os livros Battles of the Ancient World e Battles of the Medieval World.
Michael E. Haskew tem, há vinte anos, escrito e pesquisado a respeito de tópicos ligados à história militar. É editor de World War II History Magazine. Vive em Chattanooga, Tennessee.
Phyllis G. Jestice é professora assistente de História Medieval na University of Southern Mississipi. Anteriormente, foi Conferencista em História Antiga e Medieval na California State University. Ela também contribuiu para Battles of the Ancient World.
Rob S. Rice é professor na American Military University e leciona cursos sobre Guerra Naval Antiga e Moderna. Tem artigos publicados no Oxford Companion to American Military History e contribuiu para Battles of the Ancient World e Fighting Techiques of the Ancient World.
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
O Poder da Consciência de Deepak Chopra
O Poder da Consciência
de Deepak Chopra
Nº de páginas: 168
Lançada pela editora LeYa, a obra chega às livrarias .
Todos nós temos dúvidas em relação a relacionamentos, saúde, bem-estar, sucesso, carreira e realizações pessoais. Esses questionamentos aumentam ainda mais quando surge um desafio em alguma dessas áreas da vida. Mas quando enfrentamos um problema, muitas vezes é difícil enxergar uma solução com clareza, aquela famosa “luz no fim do túnel”. Será que existem mesmo essas tais respostas?
Para Deepak Chopra sim, existem, e podem ser encontradas em seu novo livro “O Poder da Consciência – respostas para os maiores desafios da vida”, lançamento de outubro da editora LeYa.
No livro, o autor enumera as áreas em que temos mais conflitos e aponta como as nossas emoções e impulsos podem mudar o rumo de nossas decisões e consequentemente alterar as nossas vidas. Apresentando questionamentos reais – baseados em cartas que Deepak recebeu de pessoas de diversos lugares do mundo ao longo dos anos – a obra mostra o quanto o ser humano anseia por respostas que podem ser encontradas dentro de nossas mentes.
Ao longo de sua carreira como médico, professor e autor best-seller, Deepak Chopra recebeu milhares de perguntas de pessoas que enfrentam todo tipo de desafio. Pessoas que não sabiam mais como prosseguir com suas vidas, como superar problemas de relacionamento e obstáculos pessoais. Para Chopra, a espiritualidade é a principal solução, e não se trata apenas de apegar-se a dogmas religiosos ou com a noção convencional de Deus. “Não há poder maior para o sucesso e crescimento pessoal do que a sua própria consciência.”
Com uma visão prática, “O Poder da Consciência” fornece as ferramentas e estratégias que permitirão a qualquer pessoa enfrentar os desafios da vida e experimentar um sentimento de satisfação plena. Confie que a solução está em sua própria consciência, esperando para ser descoberta!
Sobre o autor
Deepak Chopra
é professor proeminente da filosofia oriental para o mundo ocidental.
Ao longo de décadas, ele escreveu aclamadas obras que já venderam
milhões de exemplares. No Brasil, seus livros O efeito sombra e A
sabedoria dos cães, ambos publicados pela Lua de Papel, já venderam mais
de 100.000 exempalres. Saiba mais sobre o autor em:
www.deepakchopra.com (em inglês).O poder da consciência - o novo livro de Deepak Chopra
Poder da Afinidade de Gary Zukav
Poder da Afinidade
de Gary Zukav
Páginas: 290
O LIVRO
O Poder da Afinidade!
Aprenda a criar um círculo altamente positivo em torno de você.
Este é um livro sobre como transformar nossos relacionamentos numa força poderosa de atração de felicidade sobre tudo o que nos cerca.
Existe um clima de insegurança no mundo. As pessoas sentem dificuldade de confiar umas nas outras, em si mesmas e estão mais vulneráveis a cometer erros de avaliação em todos os tipos de relacionamentos. No entanto, há uma forma de lidar com esses sentimentos: fortalecer os laços verdadeiros já existentes e buscar conexões fortes com aqueles que vibram sob a mesma sintonia.
Gary Zukav oferece as chaves para aqueles que desejam fazer de suas relações interpessoais verdadeiras oportunidades para o desenvolvimento espiritual. Mostra como modificar as partes negativas em nossa personalidade e expandir as positivas para estabelecer conexões realmente profundas e enriquecedoras nos relacionamentos. Isso não acontece de modo automático, mas é fruto de uma decisão. E reage em efeito dominó. Depois que disparar a primeira peça, um encadeamento de laços e afinidades irá conduzir você a um novo patamar de relacionamentos e felicidade.
Baseado no amor, na sabedoria e na alegria da convivência, este é um livro indispensável para quem deseja conquistar o poder autêntico sobre si mesmo.
O AUTOR POR ELE MESMO
Gary Zukav"Sou um estudante da vida, sou o companheiro espiritual de Linda Francis, sou um avô e um amigo. Cresci no Kansas, formei-me em Harvard e servi no Vietname.
"Em 1979 escrevi The Dancing Wu Li Masters: An Overview of the New Physics, que ganhou o American Book Award for Science e se tornou numa bíblia para aqueles que se interessam em conhecer a física quântica mas não gostam particularmente de matemática nem de ciência. The Dancing Wu Li Masters foi o meu primeiro presente à Vida.
"Em 1989 escrevi The Seat of the Soul (O Lugar da Alma), sobre a evolução e a alma, em 1999, Soul Stories, e em 2002 Linda Francis e eu escrevemos The Heart of the Soul: Emotional Awareness. Todos estes livros têm sido bestsellers do New York Times. Ao todo, já venderam 6 milhões de exemplares e foram traduzidos em 24 línguas. O nosso último livro, The Mind of the Soul: Responsible Choice, foi publicado em Outubro de 2003.
"Linda e eu também co-fundámos a Seat of the Soul Foundation, uma organização sem fins lucrativos que me é muito querida.
"Não me importo de partilhar estas coisas sobre mim, mas a coisa mais importante que quero partilhar é que o meu percurso desde o homem zangado e sem respeito pela Vida que eu era até ao homem que sou hoje foi longa, muitas vezes difícil, alegre e extremamente gratificante. Mostrou-me que qualquer pessoa pode fazer o mesmo percurso à sua maneira."
PARA CONHECER MELHOR Gary Zukav
Por favor, diga-me quem você é e o que você quer. E se você pensa que estas são questões simples, tenha em mente que a maioria das pessoas vive suas vidas inteiras sem chegar a uma resposta.
Para cada ação há uma reação igual e oposta. Você recebe do mundo o que você dá ao mundo.
Se você quer ter o tipo de relação que seu coração anseia, você tem que criá-lo. Você não pode depender de outra pessoa para criá-lo para você.
O que é absurdo, e que não é, pode ser apenas uma questão de perspectiva.
Eventualmente, você chegará a entender que o amor cura tudo, e o amor é tudo que existe.
Gary Zukav e Linda Francis: Spiritual Partnership (O Poder da afinidade) e Authentic Power
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Confrontos Decisivo de Kerry Patterson, Joseph Grenny, Ron McMillan e Al Switzler
Confrontos Decisivo
de Kerry Patterson, Joseph Grenny, Ron McMillan e Al Switzler
Número de páginas: 296
" FERRAMENTAS PRÁTICAS E DIRETAS PARA A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DIFÍCEIS
Por trás dos problemas que atormentam rotineiramente famílias, equipes e empresas, estão pessoas que não conseguem, ou não querem, lidar com promessas não cumpridas, regras violadas ou comportamentos inadequados.
Resultado de 20 anos de pesquisas envolvendo 25 mil entrevistados e 20 mil horas de observação, as pesquisas dos autores de Confrontos decisivos - Solucione problemas difíceis e melhore definitivamente seu desempenho nos relacionamentos pessoais e no trabalho, mostram que a falta de solução desses confrontos não é apenas irritante e desgastante, mas também custa muito caro, piorando o desempenho das organizações e sendo responsável pela maioria dos problemas interpessoais.
Quando você aprende a lidar com seus próprios confrontos decisivos, um novo horizonte de oportunidades se abre."
O que você faz quando outras pessoas não fazem seu trabalho como deveriam? E quando alguém deixa de cumprir uma promessa? Como você conversa com alguém insubordinado? Você tem coragem de dizer a um superior que ele está errado? É certo dizer para as pessoas aquilo que você pensa? Ficar calado é uma boa opção numa discussão?
Essas e outras perguntas são respondidas em “Confrontos Decisivos” dos renomados consultores Kerry Patterson, Joseph Grenny, Ron McMillan e Al Switzler – autores do livro “Conversas Decisivas”, publicado em 2010 pela Lua de Papel. Esta nova obra – lançamento de setembro da editora LeYa – explica qual deve ser a postura de um líder, seja na empresa, na escola ou na família, e como enfrentar situações de confronto com sensatez e eficácia.
Confrontar significa atribuir responsabilidades a alguém, sem intermediários. Quando os confrontos são tratados de modo correto, as duas partes conversam de forma aberta, honesta, franca e respeitosa. Desse modo: os problemas são solucionados e os relacionamentos melhoram.
Geralmente os confrontos estão ligados às decepções - promessas não cumpridas, violações de conduta e regras, divergência de ideias, insubordinação e desrespeito – e podem acarretar nas mais diversas reações, desde a indiferença e o silêncio até a violência verbal e física. Para saber como identificar um confronto crucial e argumentar da melhor maneira possível é preciso primeiro identificar qual é o verdadeiro problema.
“Confrontos decisivos” é fruto de mais de 20 anos de pesquisas em diferentes empresas e famílias, que demonstraram que a falta de solução desses confrontos não é apenas irritante e desgastante, mas também custa muito caro, piorando o desempenho das organizações e sendo responsável pela maioria dos problemas interpessoais – entre eles o divórcio.
Com dicas práticas, testes e relatos reais de mais de 25 mil entrevistados, “Confrontos Decisivos” mostra passo a passo como conduzir um debate sem medo de expressar suas opiniões e evitando ofender o seu ouvinte. Quando você aprende a lidar com os problemas de frente, o sucesso é sua recompensa.
A CRITICA
“As ideias revolucionárias deste livro demonstram como os momentos de crise são, de fato, oportunidades para mudanças radicais.” – Stephen R. Covey, autor de Os 7 hábitos de pessoas altamente eficazes
“Este livro é valioso: permite aplicação prática imediata. Leia-o, sublinhe-o, aprenda a partir dele. É uma preciosidade.” – Mike Murray, ex-vice-presidente de recursos humanos da Microsoft
“Confrontos cruciais expõe não só a necessidade de responsabilização, como também passos práticos para se obter isso. Além de ‘soluções’ conceituais, o livro fornece técnicas e abordagens simples que qualquer pessoa pode utilizar.” – Paul McKinnon, vice-presidente sênior de recursos humanos da Dell, Inc.
OS AUTORES
Kerry Patterson prestou consultorias para centenas de grandes empresas usando seu premiado programa de treinamento e desenvolvimento organizacional.
Joseph Grenny tem vinte anos de experiência orientando líderes corporativos e governamentais de todo o mundo na arte da comunicação.
Ron McMillan é palestrante e consultor renomado. Fundou e foi vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento do Covey Leadership Center.
Al Switzler pertence ao corpo docente do Executive Development Center, da Universidade de Michigan.
Os quatro escreveram em parceria o best-seller Crucial Conversations: Tools for Talking When the Stakes Are High (2002). Também criaram a VitalSmarts e treinaram mais de 500 mil pessoas em todo o mundo. Eles vivem na região metropolitana de Salt Lake City.
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sábado, 22 de setembro de 2012
A RECONEXÃO de Dr. Eric Pearl
A RECONEXÃO
de Dr. Eric Pearl
Páginas: 288
O LIVRO
Prepare-se, talvez você tenha que rever tudo o que viu até agora sobre cura convencional. O novo espectro abrangente de frequências de cura descrito pelo autor transcende completamente a "cura energética" e suas muitas técnicas e leva você a se abrir para níveis de cura muito além dos acessíveis a todos. Este livro conta a jornada do Dr. Eric Pearl, desde a descoberta dos seus poderes extraordinários de cura até a merecida reputação que adquiriu servindo de instrumento para revelar esse processo ao mundo. E o mais importante: a obra mostra como você pode ativar em si mesmo a capacidade de transmitir essas novas frequências de cura e usá-las em seu próprio benefício e das pessoas à sua volta.
LEIA AQUI O PRIMEIRO CAPITULO
O AUTOR
Eric PearlUm curador reconhecido internacionalmente, Eric Pearl, foi convidado em inúmeros programas de televisão nos Estados Unidos, assim como em muitos outros países. Discursou, por convite, perante a ONU – Organização das Nações Unidas, fez uma apresentação que encheu o estádio de Madison Square Garden, foi entrevistado por várias publicações, incluindo o The New York Times e, mais recentemente, apareceu no filme/documentário The Living Matrix (A Matriz Viva).
Como médico quiroprático, o Eric teve uma clínica de muito sucesso durante 12 anos, até ao dia em que os seus pacientes começaram a dizer que sentiam as suas mãos sobre eles – apesar de ele não ter tocado neles fisicamente. Em pouco tempo os seus pacientes começaram a falar de curas milagrosas que tinham recebido para problemas como câncer, doenças relacionadas com a sida/aids, epilepsia, fadiga crônica, esclerose múltipla, osteoartrite e artrite reumatóide, problemas físicos congênitos, paralisia cerebral e outros problemas graves. Tudo isto ocorria enquanto o Eric simplesmente mantinha as suas mãos no ar, próximas dos pacientes – e assim é até aos dias de hoje.
As curas dos seus pacientes foram documentadas em seis livros até à data, incluindo o bestseller de Eric: A Reconexão®: Curar Outros, Curar a si (The Reconnection®: Heal Others, Heal Yourself), traduzido em mais de 36 idiomas!
A partir de Los Angeles, Eric e a Cura Reconectiva® provocaram um grande interesse por parte de médicos e investigadores de renome, de hospitais e universidades em todo o mundo. Estes incluem o Jackson Memorial Hospital, UCLA (Universidade da Califórnia Los Angeles), Cedars-Sinai Medical Center, o Hospital de Vermont, a Universidade do Minnesota, a Escola de Medicina de Miami e a Universidade do Arizona – onde o Eric deu uma palestra a pedido do Dr. Andrew Weil. Novos programas de investigação em desenvolvimento no presente em várias instituições, sob a tutela de cientistas de renome como o Dr. Gary Schwartz, PhD., o Dr. William Tiller, PhD., entre outros.
O Eric viaja extensivamente por todo o mundo ao longo de todo o ano, levando Luz e Informação da Cura Reconectiva® ao planeta. Ele ensina-lhe como ativar e utilizar este novo e abrangente espectro de frequências curativas que nos permite transcender completamente a “energia curativa”, assim como as “técnicas” e ter acesso a um nível de cura muito além de tudo a que se conseguiu ter acesso até agora! Até à data, ele ensinou a Cura Reconectiva para mais de 60 mil pessoas, em mais de 60 países, dando origem a toda uma geração de curadores em todo o mundo.
História da Reconexao®
A partir de Los Angeles, Eric Pearl tem suscitado um grande interesse de médicos de renome e investigadores em todo o mundo, incluindo um dos hospitais mais bem cotados nos Estados Unidos, um Instituto do Trauma, um Centro de Trauma Espinal e uma Universidade de Medicina.
Antes do aparecimento súbito das suas capacidades menos tradicionais de cura, o Dr. Eric estava à frente de uma clínica de quiroprática/quiropraxia de sucesso durante 12 anos. Em Agosto de 1993 descobriu que tinha sido abençoado com um dom fora do comum. Após 12 anos de exercer quiropraxia, tornou-se subitamente um veículo de cura de outro tipo: um condutor através do qual a energia da cura flui.
Apesar de Eric estar demasiado ocupado para gerenciar a clínica, muitos são os que testemunham, nos seus seminários e sessões privadas, a cura de doenças, como tumores malignos, doenças relacionadas com a SIDA/AIDS, Fadiga Crônica, malformações congênitas e deformações ósseas.
Durante as décadas de 80 e 90, Eric Pearl, com o diploma de Doutor de Quiroprática pelo Colégio de Quiroprática de Cleveland, Los Angeles, estava à frente de um dos maiores centros de quiroprática de Los Angeles. Muitas vezes apelidado de “Quiroprático das Estrelas”, ele adquiriu o status de médico de enorme sucesso. Tendo aprendido com verdadeiros mestres como o Dr. Virgil Chrane e o Dr. Carl Cleveland, o Dr. Eric Pearl, além das técnicas de quiroprática convencionais, incorporou também técnicas puras e originais já perdidas da quiroprática.
Tanto num meio informal como em clínicas, os pacientes (e médicos!) testemunharam resultados das curas que ocorrem quando o Eric simplesmente mantém as suas mãos próximas a eles.
Porquê eu?
Se eu estivesse sentado numa nuvem procurando, no planeta, a pessoa certa para oferecer um dos presentes mais raros e procurados no Universo, não sei se teria vasculhado para além do etéreo, apontado o meu dedo através das vastas multidões – entre os pastores, os donos de lojas, os moralistas e os certinhos – e apontado: “Ele! Esse é o único. Dê a ele. ”
Agora, talvez não tenha acontecido exatamente assim, mas é isso que se sente. Exceto quando não acontece. Quero dizer, exceto quando alguém aparece com uma explicação inteiramente diferente e plausível. “Oh, não”, exclamará alguém bem intencionado, e incrédulo da minha falta de compreensão de como funciona o Universo – “é claro que já fizeste isto em vidas passadas.” Aquilo que eu quero saber é isto: como é que esta gente sabe tanto das minhas vidas passadas, quando eu próprio ainda mal compreendo esta?
Quero dizer, vamos ser realistas. Passei 12 anos construíndo uma das maiores, se não mesmo a maior, clínica de quiroprática em Los Angeles. Tinha 3 casas, um Mercedes, dois cães e dois gatos. Tudo pareceria perfeito se eu não tivesse esbanjado o meu dinheiro, e o álcool, o suficiente para dar cabo de um relacionamento de seis anos, uma situação que me deixou literalmente incapaz de colocar um pé à frente do outro durante 3 dias. O Prozac contribuiu para esta situação. E bastante.
Seis meses mais tarde estou passeando em Venice Beach, Califórnia, com a minha assistente, que insiste que eu faça uma leitura de cartas com alguém que está na praia. “Eu não quero que uma pessoa na praia adivinhe o meu futuro,” respondo com absoluta determinação. Se ela fosse assim tão boa com cartas as pessoas iriam até ela; ela não estaria carregando uma mesinha pela praia, uma toalha, cadeiras e toda a parafernália para um passeio de praia cheia de gente para revelar a turistas crentes a sua versão do futuro para cada um deles, e esperando ser paga pelo privilégio.
“Eu conheci-a numa festa e disse-lhe que viríamos aqui. Agora me sentiria mal se não fizéssemos uma leitura” respondeu minha assistente sem pestanejar, adicionando que a mulher fazia leituras de 10 e 20 dólares. Bastou-me olhar uma vez para a minha assistente para saber que continuar a protestar não surtiria qualquer resultado. “Está bem”, resmunguei, tirando uma nota de 10 dólares, sabendo que era metade do dinheiro que tinha para pagar o almoço. Caminhei respeitosamente até à mulher, sentei-me na cadeira, dei-lhe 10 dólares e fiquei a pensar na fome que tinha naquele momento.
Em troca do meu dinheiro, recebi uma leitura de eventos atuais sem qualquer relevância e fui apelidado de “Bubelah” por aquela ‘cigana judia’. Ela continuou, afirmando: “Há um trabalho especial que eu faço através de linhas axiatonais. Reconecta as tuas linhas dos meridianos às redes do planeta que, por sua vez, nos conectam às estrelas e a outros planetas.” Ela disse-me que era capaz de fazer isto e que, eu como curador, precisaria que me fosse feito. Acrescentou que eu poderia ler sobre o assunto num livro intitulado O Livro da Sabedoria: As Chaves de Enoch. Soou-me particularmente apelativo e, por isso, fiz-lhe a pergunta: “Quanto custa?” Ela respondeu: “Trezentos e trinta e três dólares.” Ao que eu respondi: “Obrigado, mas não, obrigado.”
Este é o tipo de situação que se vê nos noticiários. Era capaz de ouvir os murmúrios dos jornalistas: “Cigana judia em Venice Beach ganha 333 dólares de um quiroprático crente…” E imaginar a minha fotografia com a palavra “Palerma” e na legenda “… e convence médico a pagar-lhe mais 150 dólares por mês para o resto da vida para acender velas que o protejam.” Sinto-me humilhado só de pensar no assunto. Assim, eu e a minha assistente nos afastamos e passamos a nos dedicar a encontrar uma maneira criativa de desfrutar de um almoço para dois por 10 dólares.
Poderia pensar que a história termina aqui, mas a mente trabalha de maneiras misteriosas. Não conseguia tirar a idéia da cabeça. Quando dei por mim estava usando os últimos minutos do intervalo do almoço para ir à livraria Bodhi Tree, na tentativa de ler rapidamente o capítulo 3.1.7. do Livro da Sabedoria: As Chaves de Enoch. Este capítulo fala das tais linhas axiatonais. A maior lição daquele dia é que se havia livro que não poderia ser lido rapidamente era aquele. Mas li o suficiente. E isto iria me perseguir até eu ceder. Atirei-me à caixa dos biscoitos.
O trabalho é feito em dois dias, em dias separados. No primeiro dia, dei-lhe o meu dinheiro, deitei-me numa maca e dediquei-me a ouvir a minha mente a murmurar: “Isto é a coisa mais estúpida que alguma vez fiz.” Não posso acreditar que dei $333 a uma perfeita estranha para que ela pudesse desenhar linhas no meu corpo com as pontas dos dedos. Enquanto estava para ali deitado pensando em todas as coisas boas onde poderia ter gasto esse dinheiro, fui atingido pela voz repentina da minha intuição: “Bem, já lhe deste o dinheiro. O melhor é parar com essa conversa negativa e te abrir para receber o que quer que seja que haja para receber”. Fiquei então muito quieto, pronto e receptivo. Não senti nada. Absolutamente nada. Mas, pelo visto, eu era a única pessoa na sala que sabia isso. Como tinha pago as duas sessões, regressaria no Domingo para a segunda parte. Contudo, uma coisa estranhíssima aconteceu nessa noite. Cerca de uma hora depois de me ter deitado, a luminária próximo da cama – uma luminária que tinha há mais de 10 anos – acendeu e eu acordei com a sensação bastante realista de que havia pessoas em minha casa. Vasculhei a casa com o meu doberman, uma faca de cortar carne, e uma lata de spray de pimenta, mas não encontrei ninguém. Voltei para a cama com o sentimento estranho de que não estava só, que eu estava sendo observado.
Para todos os efeitos, o segundo dia começou da mesma maneira que o primeiro. Contudo, muito rapidamente me apercebi que seria tudo, menos igual ao primeiro. As minhas pernas não queriam ficar quietas. Tinham aquele comportamento de “perna louca” que pode eventualmente acontecer durante a noite, num acaso singular. Em pouco tempo, essa sensação invadia o resto do meu corpo, ao mesmo tempo que tinha uns arrepios insuportáveis. Era difícil estar quieto na maca. Embora quisesse largar aquelas sensações, não tive coragem de me levantar. Porquê? Porque tinha pago 333 dólares e iria obter o que quer que fosse que o meu dinheiro estivesse a pagar. Só por isso. Em breve estava terminado. Era um dia de Agosto de intenso calor e estávamos num apartamento sem ar condicionado. Eu estava cheio de frio, quase ao ponto de congelar, os meus dentes a bater. A mulher me deu uma manta onde me enrosquei durante uns cinco minutos até que o meu corpo regressou à temperatura normal.
Agora sentia-me diferente. Não compreendia o que tinha acontecido, nem poderia tentar explicar, mas contudo era uma pessoa diferente de há quatro dias atrás. Deixei-me escorregar para dentro do meu carro, que parecia saber o caminho de regresso para casa.
Não me recordo do resto do dia. Nem seria capaz de lhe dizer se o resto do dia aconteceu. Só posso dizer que no dia seguinte estava no meu local de trabalho. E aqui começa a odisséia.
Era habitual deixar os meus pacientes deitados na maca com os olhos fechados 30 a 60 segundos depois de efetuar os ajustes quiropráticos no corpo para que relaxassem. Nessa segunda-feira, sete dos meus pacientes, alguns deles eram acompanhados há cerca de 12 anos, e outro que acabara de conhecer perguntaram-me se eu tinha andado ao redor da maca enquanto eles estavam deitados. Alguns perguntaram se alguém tinha entrado na sala porque tinham sentido a presença de várias pessoas em volta da maca. Três deles disseram que a sensação era de pessoas a correr em volta da maca, e dois deles afirmaram, um pouco envergonhados, que parecia que as pessoas tinham voado por cima da maca.
Eu era quiroprático há 12 anos e nunca antes alguém tinha dito estas coisas. Agora tinha sete pessoas a dizer a mesma coisa num só dia. Alguma coisa estava acontecendo. Além do que os meus pacientes me diziam, os meus funcionários faziam-me considerações estranhas: “Você parece tão diferente! A sua voz está estranha! O que lhe aconteceu durante o fim-de-semana?” Definitivamente não seria eu a contar para eles. “Oh, nada”, respondia, perguntando-me o que é que exatamente tinha acontecido durante o fim-de-semana.
Os meus pacientes me diziam que conseguiam sentir as minhas mãos nos seu corpo antes de eu lhes tocar. Eles conseguiam sentir as minhas mãos a centímetros e mesmo alguns metros de distância. Logo começou a tornar-se um jogo para adivinhar com exatidão onde eu iria colocar as minhas mãos. Mas depressa, se tornou mais que um jogo, à medida que as pessoas começaram a receber curas. Inicialmente as curas eram coisas pequenas: dores, mal-estar e coisas assim. Os pacientes chegavam para receber um tratamento quiroprático, eu fazia os alinhamentos, dizia-lhes para fecharem os olhos e permanecerem deitados até eu lhes pedir para os abrir novamente. Enquanto permaneciam com os olhos fechados, eu passava as minhas mãos por cima deles por alguns momentos. Quando se levantavam e as dores desapareciam, perguntavam-me o que lhes tinha feito. “Nada. E não diga isto a ninguém”, tornou-se a minha resposta padrão. Esta diretiva foi tão eficaz como a abordagem da Nancy Reagan às drogas: “Simplesmente diga não”.
Em pouco tempo as pessoas começaram a aparecer de todos os lados para receber estas curas e eu não fazia a mínima idéia do que estava acontecendo. É verdade que eu tentava encontrar uma explicação junto da mulher que me tinha reconectado através das linhas axiatonais. “Deve ser algo que já estava em ti. Talvez esteja relacionado com a experiência de quase-morte da sua mãe durante o seu nascimento,” dizia ela, adicionando: “Eu não sei de ninguém que tenha tido esta resposta. É fascinante.”
Fascinante. E, aparentemente, fascinante significava que eu estava por minha conta.
No início de Outubro, tive manifestações. Eu tinha as minhas mãos por cima de um joelho incomodativo de uma mulher, devido a uma doença óssea na infância. Quando afastei as minhas mãos, o seu joelho estava melhor. As minhas mãos estavam cobertas de pústulas, pequenas pústulas que duraram não mais que três ou quatro horas. Isto aconteceu mais de uma vez. Sempre que surgiam pústulas, as pessoas dos outros escritórios corriam para ver. (Eu deveria ter cobrado para assistirem ao espectáculo!) Foi então que aconteceu. As palmas das mãos começaram a sangrar. Não estou a brincar. Não eram jorros como nos filmes antigos ou no jornal 24 horas, mais era como se me tivesse picado num alfinete. Mas não deixava de ser sangue. “É uma iniciação!” Fui informado pelas pessoas à minha volta. Iniciação a quê? Perguntava eu. E, mais uma vez, como é que eles sabem? Como é que eu não sabia? E quem é que saberia de verdade?
A missão surge…
O início da busca.
Novembro me encontra no escritório de um médium de renome mundial.
Sem fôlego, perdido, e 30 minutos atrasado (como sempre) entro correndo, me atiro para cima de uma cadeira e faço de conta que não vejo o seu “olhar sinistro”. Sabem do que estou falando, aquele olhar cheio de mestria de pessoas que sofrem de constipação crônica; o tipo de olhar que nos faz recordar cada sermão do passado sobre nunca chegar atrasado e, em simultâneo, questionar o nosso valor como seres humanos baseado unicamente na aparente enormidade deste único defeito. Tive a certeza de que nos seus dias de folga ele devia andar peticionando para que o Ministério da Educação permitisse novamente o uso da palavra “besta” dentro das salas de aula. Esta leitura estava perdida, tinha a certeza.
Ele colocou as cartas, como se se tratasse de um contrato negocial, com muito cuidado para não mostrar nem uma gota de calor humano ou compaixão. Olhou para as cartas, depois olhou-me diretamente nos olhos com uma expressão meio divertida, ou de admoestação, e perguntou-me: “O que é que você faz?” Bem, eu não sei o que vocês pensam, mas a 100 dólares a hora, eu estava a pensar: “Tu é que és o médium. Tu quem tem que me dizer.” Controlei-me para não verbalizar os meus pensamentos. “Sou quiroprático,” disse secamente, tendo o cuidado de não dar muita informação que pudesse ajudar a colorir a leitura. (Eu nem sequer lhe tinha dito o meu nome quando marquei a sessão.) “Não, não é. É muito mais do que isso” disse ele. “Algo surge a partir das suas mãos e as pessoas recebem curas. Você irá aparecer na televisão” continuou ele, “e as pessoas virão de todas as partes do país à sua procura.” Isto era a última coisa que eu esperava ouvir deste homem. Depois ele disse-me que eu iria escrever livros. “Deixe-me dizer-lhe uma coisa” disparei eu, com um sorriso conhecedor: “se há algo de que tenho a certeza é que jamais irei escrever livros.”
Os livros e eu nunca nos demos bem. Até esta altura deveria ter lido uns dois livros, e um deles era para colorir. Mas a vida iria trazer mais mudanças. Médiuns, curadores, e outros do gênero me encontraram. De todo o país chegavam, para me informar que lhes tinha sido dito nas suas meditações para trabalharem em mim – e recusar qualquer compensação monetária. A minha relação com o álcool esmoreceu um pouco: um copo e meio de vinho ao jantar, ocasionalmente. Ninguém estava mais surpreso do que eu.
Porém, o mais estranho estava ainda para acontecer: a minha dependência da televisão foi interrompida subitamente. Foi substituída, se me atrevo a dizer, por livros. Não conseguia ler o suficiente: Filosofia Oriental, vida após a morte, informação canalizada, e até experiências com óvnis. Eu li, vi e ouvi tudo em todos os lugares.
À noite deitava-me para adormecer e as minhas pernas começavam a vibrar. As minhas mãos pareciam estar continuamente ligadas à corrente. Os ossos do meu crânio também vibravam e ouvia um zumbido nos meus ouvidos. Mais tarde, comecei a ouvir tonalidades, e, numa ocasião, aquilo que me parecia ser as vozes de um coro.
E assim foi. Perdi a minha sanidade. Agora tinha a certeza. Toda a pessoa sabe que quando se perde a sanidade começa-se a ouvir vozes. As minhas vozes cantavam. Em coro. Não era um som repetitivo, uma vocalização suave de fundo, ou um pequeno grupo de vozes. Não, eu ouvia um coro completo.
E que dizer dos meus pacientes? Eles viam cores: azuis, verdes, violetas, dourados e brancos belos e exóticos. E embora fossem capazes de reconhecer estas cores, eles diziam-me que nunca antes as tinham visto. A sua beleza ia para além daquilo que conhecíamos. Foi-me dito por pacientes que trabalham em televisão e cinema que não só estas cores não existem na terra, mas mesmo utilizando todos os recursos e tecnologias que temos hoje, não seria possível reproduzí-las.
E, sim, os pacientes viam anjos. Os anjos são algo popular de experienciar, por isso de início não prestei muita atenção às histórias de anjos até as pessoas começarem a descrever as mesmas histórias: os mesmos anjos, as mesmas mensagens, os mesmos nomes. E não estamos a falar de nomes habituais nos anjos, como Miguel ou Ariel, nem estamos a falar de Moisés ou Buda, embora muitas pessoas digam que vêem Jesus. Estamos a falar de nomes como Parsillia e George. O George aparece a crianças e adultos que ficam nervosos na presença de anjos. O George aparece primeiro como um papagaio multicolorido. E só depois, tal como me é explicado com regularidade, deixa de ser um papagaio e torna-se apenas no seu amigo. O George tem aparecido muito a pessoas em períodos de grande stress.
A primeira pessoa a ver o George foi uma menina de 11 anos chamada Jamie. Ela e a mãe vieram de New Jersey porque ela tinha uma escoliose bastante acentuada, que desfigurava o corpo desta inteligente e bonita menina. Quando a Jamie terminou a sessão dela, me informou e à sua mãe: “Acabei de ver um pequeno papagaio de muitas cores. E ele disse-me que se chamava George. Mas depois deixou de ser um papagaio. E nem sequer era uma forma de vida.” “Forma de vida“: esta foi uma expressão usada por uma criança de 11 anos. “E depois ele tornou-se meu amigo.”
Nos dois ou três meses seguintes foram vários os pacientes que viram o George, sendo que nenhum deles sabia da existência do George, porque, como com todos os anjos, eu guardo os nomes e descrições confidenciais de forma a não influenciar as experiências dos outros. (Mesmo ao escrever isto alterei os nomes do George e da Parsillia para proteger os que são puramente inocentes.)
A coluna da Jamie estava quase, embora não totalmente, corrigida pela terceira sessão, após a qual regressou a New Jersey. Falei com ela algumas vezes depois disso. Ela parece estar bem. E, de vez em quando, ainda tem novidades do George.
A Parsillia, por outro lado, surge com mensagens específicas. Primeiro, ela deixa as pessoas saber que irão se curar. Depois disso, ela informa que, se for curado, deverá ir à televisão e “espalhar a notícia”. Suponho que ela poderia ser chamada do nosso Anjo de Relações Públicas.
A primeira pessoa a ver a Parsillia foi uma mulher do Oregom chamada Michele. Michele tinha-me visto durante uma entrevista no canal da NBC numa das minhas primeiras aparições em frente das câmaras. Nesta altura ela pesava cerca de 45 kg. Sofria de Síndrome de Fadiga Crônica e Fibromialgia. Não tinha apetite e até ao engolir tinha dores. Não era capaz de se levantar de uma cadeira e ir até o banheiro sem ajuda. Para tornar as dores toleráveis, tinha de ser transportada da cama e colocada debaixo do chuveiro com água quente umas quatro vezes ao longo da noite. Se ela pegasse seus filhos e dirigisse durante uma hora até casa da mãe, tinha de ficar lá, acamada, durante três dias, até ser capaz de dirigir de regresso a sua casa. Inevitavelmente não tinha emprego. E o seu filho de seis anos tinha de preparar o jantar para o irmão de três anos: sanduíches de manteiga de amendoim.
Michele, como a maioria dos meus pacientes, nunca tinha visto antes um anjo nem ouvido vozes. Demorou três dias até conseguir perceber o nome do anjo. Parsillia disse-lhe que ela iria ficar curada e que deveria espalhar através da televisão. Aproximadamente um ano depois ela era convidada, ao meu lado, num programa televisivo. Ela esbanjava sorrisos – e também algumas lágrimas. O peso dela é agora normal, com uma compleição saudável, tem um trabalho a tempo integral e faz exercício físico com frequência. Ah! E cozinha para toda a família todas as noites. Acabaram-se as sanduíches de manteiga de amendoim.
Outro visitante que os pacientes vêem é um homem de cabelos brancos, bigode branco e bata branca. Outras vezes ele aparece com um robe e a cabeça tapada.
Debbie, uma mãe de três filhos da Califórnia do Sul, foi a primeira a ver este anjo (cujo nome desconhecemos). Ela tinha sido diagnosticada em Março de 1995 com câncer do pâncreas terminal, o mesmo câncer que tirou a vida ao ator Michael Landon. Foi-lhe dito que talvez tivesse dois meses de vida. As suas experiências incluíram ser elevada para fora do seu corpo, viajar através de um túnel, ver faíscas de azul turquesa e, por fim, ser envolvida por luz branca. Debbie teve a experiência do homem de cabelos brancos das duas maneiras. Da primeira vez, encontrou-o de robe e cabeça tapada. Ele tocou-lhe no pulso, enviando uma descarga de energia por todo o seu corpo. Depois disto, ele fez uma vénia e afastou-se, deixando-a na presença de uma luz muito brilhante e invulgarmente acolhedora. Os seus olhos se encheram de lágrimas. A seguir, ela deu por si num túnel a viajar através da galáxia, a sentir “coisas” a abandonar o corpo dela através dos pés e da cabeça.
Na segunda ou terceira sessão de Debbie, o tumor previamente inoperável encontrava-se 80% menor. Aproximadamente oito meses mais tarde, e os médicos dela consideraram que ela seria capaz de aguentar a intervenção cirúrgica para remover os 20% restantes do tumor. Mesmo antes da data da operação, ela regressou para mais uma sessão. Um dia e meio depois, ela foi para o hospital em expectativa. Depois de alguns testes, contudo, foi mandada para casa. Sem cirurgia. Aparentemente, no dia e meio depois da nossa sessão, o tumor dela tinha desaparecido completamente. Não restava nada a não ser tecido cicatrizado.
Como a parte, a Debbie regressou para outra sessão em Novembro. Durante esta sessão ela sentiu gotas de água a cair no lado direito da cara. A seguir, o homem de cabelos brancos e bigode reapareceu, desta vez usando a sua longa bata branca, que esvoaçava atrás dele. E depois ele simplesmente esvoaçou.
Com frequência, os pacientes vêem também um círculo de médicos com batas brancas, a verificar e guiar as curas. Podem ser vistos a conversar no círculo, e contudo não se consegue ouvir o que dizem. Ou uma jovem índia americana que coloca uma pulseira de cabedal com ornamentos quadrangulares brilhantes sobre a testa do paciente. Com alguma frequência também vêem um índio americano, ainda jovem, que permanece em pé na sala. (Ainda não temos a certeza se é um chefe ou um xamã.) Outro visitante é um anjo muito bonito e alto, muitas vezes descrito como medindo cerca de dois metros e meio de altura, com enormes asas de penas brancas. Dizem-me que ele se mantém atrás de mim com os seus braços à volta da minha cintura, a espreitar por cima do meu ombro direito, guiando em silêncio as minhas mãos. Muitos destes anjos parecem ter os seus perfumes específicos: flores, incenso, e ervas – em particular alecrim.
Depois veio Jered. Jered tinha quatro anos quando a sua mãe o trouxe até mim. Com uma armação metálica à volta dos joelhos que já não estava surtindo qualquer efeito, os seus olhos olhavam simultaneamente em direções opostas e, contudo, não focavam nada. Não saiam quaisquer palavras da sua boca. E, no silêncio, existia apenas o fluir constante de saliva. A luz do Jered tinha sido reduzida a uma expressão vazia que mostrava apenas resquícios do ser belo que no passado tinha existido.
O Jered estava perdendo a cobertura de mielina no cérebro. Sofria uma média de cinquenta ataques epilépticos por dia. A medicação tinha sido capaz de reduzir o número de ataques para cerca de 16 por dia. Enquanto ele permanecia sem qualquer movimento na maca, a mãe dele explicou-me que no último ano ela apenas observou, impotente, a sua deterioração rápida. Na altura da primeira visita, ela tinha consigo não a criança que conhecera outrora mas aquilo a que se poderia descrever apenas como uma “ameba”.
Durante a primeira sessão do Jered, sempre que a minha mão se aproximava do lado esquerdo do cérebro, ele sentia a sua presença e tentava agarrá-la. “Olhe, ele sabe onde está a sua mão. Ele quer agarrá-la. Ele nunca fez isto” dizia a mãe dele com uma surpresa cheia de esperança. “É aí que a barra de mielina está a desaparecer” acrescentou ela. O Jered tornou-se tão ativo que, no final da primeira sessão, a mãe teve de se sentar ao lado dele na maca, segurando-lhe carinhosamente as mãos, entoando canções para crianças daquele jeito que só uma mãe sabe cantar, como a tradicional “Twinkle, Twinkle little star” (“Brilha, brilha estrelinha”). No dia da primeira sessão do Jered, os ataques violentos de epilepsia pararam. Completamente.
Na segunda sessão do Jered, ele tentou agarrar as maçanetas das portas e começou a girá-las. A sua visão tinha melhorado e era agora capaz de focar objectos. À saída da minha clínica, ele apontou para um arranjo de flores na recepção: “Flores”, disse ele a sorrir. Todos ficaram com as lágrimas nos olhos.
Nessa noite o Jered foi apanhado a recitar as letras do alfabeto com uma apresentadora de televisão na Roda da Fortuna. E antes de ir dormir, esta criança que antes não dizia uma palavra, olhou para a sua mãe e disse: “Mãezinha, canta-me uma canção”. Cinco semanas mais tarde, o Jered estava de novo na escola. No recreio. A segurar e jogar bolas.
Será que o Jered viu um anjo? Ele nunca o afirmou, mas eu sei que ele o viu. Este anjo conduziu-o durante uma hora até à minha clínica e outra hora de regresso a casa, sentou-se ao seu lado na maca e com muito amor cantou-lhe: “Brilha, brilha estrelinha” como só um anjo seria capaz de cantar.
Acabei por ter de me voltar para o meu interior para descobrir a maioria das minhas respostas. As minhas duas maiores preocupações eram: primeiro, que eu nunca conseguia prever a resposta dos pacientes e, logo, não podia prometer nada a ninguém, e, segundo, que eu iria ter altos e baixos nas energias que duravam entre três dias a três semanas.
Sempre fui o tipo de pessoa que gosta de manter as rédeas e que consegue sempre o que quer que seja que decida fazer. Enquanto outros mantinham a atitude de esperar para ver, eu preferia dominar, manipular e controlar os resultados de qualquer situação. Obstáculos que pareciam intransponíveis para outros tornavam-se invisíveis para mim, de maneira que seguia em frente e conseguia resultados. A expressão mais galante que se poderia dizer de alguém como eu seria: “se é para ser feito, será.” Se eu quero que algo aconteça, eu farei com que aconteça, e que nenhum tipo indeciso e fatalista se meta à minha frente. Imaginem então a minha surpresa quando caiu sobre mim a constatação de que para estas curas acontecerem de maneira célere, eu tinha de me afastar e desistir de comandar, ficar na segunda fila e deixar que um poder maior fosse o guia. Quem é que está a dizer isto? Pensava eu. Não posso ser eu.
Mas era a verdade. Não só a energia sabia onde ir, e o que fazer, sem qualquer instrução da minha parte como quanto mais eu afastava a minha atenção do resultado mais poderosa era a resposta. As curas mais extraordinárias aconteceram enquanto eu pensava na lista das compras. A audácia!
Recebe, não dês.
Quem disse isto? Perguntava eu, vasculhando os cantos mais escuros da minha mente como se conseguisse ver alguma coisa aí. Sou a pessoa errada para este tipo de conselho. O meu ego estava ainda a recuperar deste “sai da frente e deixa que um poder maior seja o guia.” Como posso realizar estas curas nas pessoas se eu não as posso controlar?
Recebe, não dês.
Eu ouvi da primeira vez. Agora responde à minha pergunta, retorqui mentalmente.
Silêncio.
(O silêncio consegue mesmo mexer comigo por vezes.)
Entrei na sala para ver a paciente seguinte. Na esperança de não estar a prestar um mau serviço, e grato por ela não poder ler a minha mente e descobrir a hesitação e incerteza que lá tinha, comecei por abrir as mãos, próximo dos pés dela. Eu recebia da paciente através das minhas mãos. Eu recebia dos céus através da minha cabeça. Era amoroso, exigia humildade e gerava confusão. Sentia-me desfasado. E depois vi a paciente a começar a responder. E senti que estava tudo bem.
Nessa altura, abracei por completo o conceito que tinha andado a fermentar em mim, mas que ainda não compreendia na totalidade: eu não sou o curador, só Deus é que cura, e, por algum motivo, fosse eu um catalisador ou um vaso condutor, um amplificador ou intensificador, escolha você a palavra que mais lhe seja apropriada, eu sou convidado a estar presente na sala.
A sessão chegou ao fim. A paciente tinha visto as mesmas cores espectaculares e ouvido os tons exóticos que outros pacientes vêem e ouvem. Também ela tinha visto dois anjos frequentemente descritos por outros pacientes como estando presentes durante o processo de cura. O seu problema, uma mistura de Síndrome de Fadiga Crônica, fibromialgia e colite, desapareceria depois desta sessão. Apesar de não colocar a sua vida em risco, tinha perseguido a sua vida nos últimos oito anos. Ela levantou-se da maca e disse: “Obrigado!”
Eu respondi: “Não me agradeça. Eu não fiz isso.” E ela respondeu: “Claro que fez,” não entendi. “Nada teria acontecido se não tivesse colocado as suas mãos sobre mim.”
Pensei que talvez aquela pessoa sentada numa nuvem não tivesse feito asneira no fim de contas. Talvez eu tenha sido eleito para este dom porque não uso um robe e turbante, porque não penduro tapeçarias nem queimo incenso, porque não ando descalço a comer tigelas de porcarias com dois pauzinhos. Talvez porque sou acessível e falo com um vocabulário simples. Ou talvez seja porque eu tenho uma capacidade de encontrar formas loucas de explicar as coisas que ainda eu mesmo não compreendo muito bem.
“É assim”, expliquei-lhe, procurando uma analogia simples e compreensível para uma garota cujo conceito de sincronicidade espiritual era de que Melrose Place era ao mesmo tempo o nome da rua em Los Angeles onde a minha clínica se encontrava e também o nome de uma série de televisão… “É como se tivesse acabado de comer um maravilhoso batido de chocolate… e agora está agradecendo à colher pela qual o bebeu.”
Ela riu-se.
Acho que ambos compreendemos.
O Eric Pearl tem aparecido em programas da televisão norteamericana, como os shows da Leeza Show, Sally Jessy Raphael, The Other Side e muitos outros. As curas dos seus pacientes foram documentadas em seis livros até à data: Hot Chocolate for the Mystical Soul; Chicken Soup for the Alternatively Healed Soul; More Hot Chocolate for the Mystical Soul; Hot Chocolate for the Mystical Teenage Soul; Are You Ready for a Miracle with Angels? E o livro do próprio Eric: A Reconexão: Curar outros, curar a si.
Saiba mais
http://www.facebook.com/pages/Dr-Eric-Pearl-A-Reconex%C3%A3o-no-Brasil/138250376270118
http://thereconnection.com.br
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Editora Pensamento,
lançamento
O Poder do Reiki de Moacir Sader
O Poder do Reiki
de Moacir Sader
200 páginas
Editora Pensamento lança
O Poder do Reiki, de Moacir Sader,
um dos maiores mestres reikianos do Brasil
Através de experiências relatadas no livro,
o autor mostra os inúmeros benefícios que esta
terapia alternativa proporciona para a nossa saúde física e mental
Stresse, Ansiedade, depressão, insônia, são problemas causados pelo ritmo acelerado em que vivemos no dia-a-dia. O excesso de informações e a necessidade de nos mantermos sempre atualizados seja na vida profissional e pessoal afeta diretamente a nossa saúde física e mental. Em meio a este cenário de caos, como é possível encontrar o equilíbrio? A resposta para essa pergunta pode ser encontrada em O Poder do Reiki, mais novo livro de Moacir Saber, mestre em Reiki, lançado pela Editora Pensamento.
De acordo com ele, são inúmeros os benefícios que esta terapia proporciona para a nossa saúde. “O Reiki sempre surpreende. Ele interliga tudo, as pessoas e pode ser usado, com êxito, para todas as questões diárias e existenciais”, afirma o especialista.
A obra tem como foco principal a prática desta terapia holística. Moacir Sader mostra as experiências vividas pelos seus alunos durante as iniciações e técnicas do Reiki, cujos frutos são inúmeros e eficazes quer nas aplicações presenciais, quer no envio à distância da energia reikiana. “Além de ser usado com a imposição das mãos, o Reiki pode ser enviado à distância e também para o passado e o futuro, diferentemente de outras terapias alternativas” revela Moacir. Tais experiências também são evidenciadas em seu livro.
Além do paciente que recebe a terapia, a pessoa que pratica passa a ter a vibração de sua energia pessoal elevada aos chakras superiores, gerando progresso espiritual. O reikiano passa a ter uma nova visão sobre a vida, de uma forma espiritual diferente, sentindo-se interligado à sua divindade pessoal e, concomitantemente, à divindade do Criador.
O Poder do Reiki é indicado tanto para especialistas na área quanto para leigos. Os leitores terão a oportunidade de se deparar com narrativas de experiências extrassensoriais, que acontecem durante as iniciações de Reiki. “Convido, para a leitura deste livro, quem já se tornou reikiano e aos que desejam conhecer uma fascinante terapia alternativa”, finaliza Moacir Saber.
O AUTOR
Moacir Sader,
com licenciatura em Letras na Universidade Federal do Espírito Santo, é
mestre de Reiki – Sistema Usui e Sistema Karuna – e pesquisador de
temas associados à espiritualidade, escrevendo artigos, histórias,
poesias e romances sobre temas ligados à Nova Era, reencarnação, viagens
astrais, almas gêmeas, Reiki, entre outros. Visite o site do autor na
internet: http://www.moacirsader.com desde 2000 em prol da elevação
energética do planetaSaiba mais
Pergunta: De que trata especificamente o livro “O Poder do Reiki”? É um livro didático voltado para quem já é reikiano apenas?
Moacir Sader: Não foi esse o meu objetivo ao escrevê-lo e não é esse o enfoque do livro. Trato de experiências minhas e de reikianos com a prática do Reiki. Daí a razão do título, considerando que as inúmeras experiências relatadas no livro evidenciam o grande poder existente no Reiki.
Pergunta: O livro então não se destina a todas as pessoas?
Moacir Sader: Exatamente por evidenciar o Reiki de forma prática, aplicado a todas as questões humanas, o livro se apresenta tanto para os reikianos, que verão nele muito das vivências pessoais, como também para quem não é reikiano, visto que as pessoas poderão conhecer o Reiki de uma forma não encontrada comumente, qual seja: com enfoque prático nas questões do dia-a-dia e com positivos resultados.
Pergunta: Fale um pouco de você e como foi a sua ligação com o Reiki?
Moacir Sader: Como pesquisador e escritor de temas espiritualistas, acabei chegando ao Reiki há mais de 10 anos e o fiz inicialmente para conhecimento. Foi quando realizei todos os níveis Usui e Karuna, inclusive os dois mestrados. Porém, mais tarde, senti que devia compartilhar meus conhecimentos e experiências, razão pela qual decidi ministrar os cursos de Reiki, formando então centenas de novos reikianos.
Pergunta: E como foi ou tem sido a sua experiência enquanto mestre de Reiki?
Moacir Sader: Diria, maravilhosa. O Reiki sempre surpreende. Ao iniciar os meus cursos e interagir com os alunos, recebendo deles as experiências intensas proporcionadas pelo Reiki, pude ver ainda mais claramente a grande capacidade do Reiki e como ele interliga tudo e as pessoas e como pode ser usado, com êxito, para todas as questões diárias e existenciais. E foi daí que nasceu a idéia de escrever o livro para poder compartilhar com as demais pessoas um pouco das inúmeras e importantes conquistas geradas pela energia reikiana.
Pergunta: O livro tem muitas de suas vivências enquanto mestre de Reiki?
Moacir Sader: Assim como senti a necessidade de compartilhar as minhas experiências, tornando-me mestre de Reiki e ministrando cursos de Reiki, ocorreu-me a mesma necessidade compartilhar com todas as pessoas um pouco das infindáveis experiências vividas por mim e pelos meus alunos com a prática do Reiki e com as iniciações, que são belíssimas.
Pergunta: O que você poderia antecipar sobre essas experiências?
Moacir Sader: São inúmeras. Em linhas gerais, temos as experiências obtidas com as aplicações de Reiki, com as curas que se processam, não somente no corpo físico, mas também nos corpos sutis, tais como o mental, o emocional e o etéreo, de onde, aliás, iniciam as doenças. Têm também as experiências acontecidas durante as iniciações de Reiki, quando a pessoa, com algum dom extrassensorial, consegue ter diversas experiências interessantes, tais como: regressão de memória, saída do corpo em desdobramento ou viagem astral; encontro com seres espirituais ou percepção de presenças de seres de outras dimensões, recebimento de mensagens espirituais e pessoais, etc. Tudo isso está sendo retratado no livro, muitas histórias ou muitas experiências que proporcionarão ao leitor entender da amplitude do Reiki.
Pergunta: Ao falar em experiências paranormais, podemos entender que o Reiki está ligado à religião Espírita?
Moacir Sader: O Reiki não tem vínculo com nenhuma religião. O Reiki é uma terapia alternativa ou, como classificada pela Organização Mundial da Saúde, é uma terapia integrativa. Portanto, não se vincula e não tem porque apresentar vínculo com essa ou aquela vertente religiosa. E tanto é assim que são encontrados reikianos nas mais diversas linhas espirituais, tais como, Católicos, Espíritas, Evangélicos, entre outros. Ninguém precisa mudar de religião para se tornar reikiano, pois uma coisa não se vincula ou interfere na outra.
Pergunta: Volto à pergunta anterior: essas experiências que você falou nos remetem muito à questão espiritual, como pode ser isso?
Moacir Sader: É um paradoxo, sem dúvida: o Reiki não se vincula a nenhuma religião; entretanto, o Reiki tem muito de espiritual. Isso acontece porque, com as iniciações de Reiki, a frequência energética do iniciado se eleva para os chakras superiores, visto que, normalmente, a frequência energética está sedimentada, na maioria das pessoas, nos seus chakras inferiores. Dessa forma, com essa mudança energética, o reikiano passa a vivenciar consideráveis mudanças internas, tem novas visões da vida, elimina o que não é construtivo e se dedica a praticar o que é mais saudável e, principalmente, passa a vivenciar uma espiritualidade mais profunda, com prática do amor incondicional, como, aliás, foi o principal ensinamento de Jesus quando viveu na Terra. O Reiki, portando, ajuda o reikiano a viver mais profundamente e qualitativamente a sua espiritualidade, seja qual for a sua linha espiritual.
Pergunta: O Reiki é conhecido com a terapia de imposição das mãos. Esse conceito é correto?
Moacir Sader: É uma de suas possibilidades. O Reiki pode ser usado com a imposição das mãos já para quem é sintonizado no primeiro nível dos cursos de Reiki Usui. Contudo, diferentemente do que se tem nas outras terapias holísticas, o Reiki pode ser enviado à distância e também para o passado e para o futuro. Tais experiências estão sendo evidenciadas no meu livro.
Pergunta: Como pode ser isso? O envio do Reiki à distância e para outros tempos?
Moacir Sader: Na iniciação de Reiki, o aluno recebe alguns símbolos cósmicos, entre os quais está um que lhe permite acessar ao portal tempo/espaço. E através desse portal, a energia do Reiki pode ser enviada à distância, esteja o paciente em qualquer local, assim como pode o iniciado ser sintonizado também à distância, como são, principalmente, as sintonizações realizadas por mim. Para o futuro, o Reiki atua nas questões a serem vividas visando o êxito. Para o passado, ajuda a eliminar, na origem, os traumas surgidos em outros tempos, os quais afetam o presente da pessoa.
Pergunta: Mas como saber se esse envio à distância acontece, assim como para o futuro e o passado?
Moacir Sader: Os depoimentos dos que são iniciados no Reiki ou das pessoas que recebem o tratamento de Reiki à distância, os quais estão abundantes no livro, são fundamentais para se concluir que o envido da energia reikiana à distância acontece efetivamente. São inúmeras essas comprovações. Além disso, Alberto Einstein enfatizou que vivemos num mar de energia e assim tudo é energia, tudo está interligado, o que permite a interação, através da energia do Reiki, quer estejam próximos ou distantes os agentes e pacientes.
Pergunta: Há comprovação científica para esse envio à distância?
Moacir Sader: Experimentos científicos, conforme me refiro também no livro, já estão comprovando a eficiência do Reiki tanto nas aplicações presenciais quanto à distância, inclusive em experiências realizadas em laboratórios científicos e da física quântica. O dia 04 de julho de 2012 foi um dia histórico para a comunidade científica terrena, quando cientistas divulgaram que 30% dos experimentos realizados no laboratório subatômico, o qual se localiza entre a Suíça e a França, comprovaram em praticamente em 99% a existência do Bóson de Higgs ou partícula de Deus. Com isso ganhou força os conceitos da física quântica sobre a física tradicional e avanço para novos conceitos da física, o que pode, de breve, levar a conclusão do que a energia se locomove acima da velocidade da luz, contrário ao limite defendido por Alberto Einstein e, até então, pela física tradicional.
Pergunta: Não entendi bem o que essa descoberta, o que Bóson de Higgs teria ligação com o Reiki. Você pode explicar melhor?
Moacir Sader: Bóson de Higgs pode muito bem significar a energia primária, universal como muitos pensam ou como tão bem se conhece ao se estudar o Reiki, como sendo a energia Rei, Cósmica, Divina etc. Nós reikianos sabemos que não há limite para a interação energética, muito acima da velocidade da luz e para além das dimensões, distâncias e tempo. Tudo acontece de forma imediata entre reikiano e paciente nos tratamentos de Reiki e entre mestre e iniciado nas iniciações estando os envolvidos presentes ou distantes. Essa importante descoberta científica, por conseguinte, vem ao encontro de muitas experiências vividas pelos reikianos, as quais estão retratadas em grande quantidade no livro.
Pergunta: Para encerrar, o que mais você gostaria de completar ainda sobre o livro “O Poder do Reiki”?
Moacir Sader: Convido, para leitura deste livro, quem já se tornou reikiano e aos que desejam conhecer uma fascinante terapia alternativa, quando terão a oportunidade de se deparar com narrativas de experiências extrassensoriais maravilhosas acontecidas durante as iniciações de Reiki e com muitos casos de sucessos ligados às diversas situações com a utilização dessa fantástica energia reikiana.
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