quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Afinal, É Válido o Termo “Hindu”?


Afinal, É Válido o Termo “Hindu”?


 


Sri Nandanandana
Uma investigação das diferentes teorias para a origem do termo “hindu” e de sua validade para designar a cultura védica.
É importante esclarecermos o uso das palavras “hindu” e “hinduísmo”. O fato é que o verdadeiro “hinduísmo” se baseia no conhecimento védico, que é relacionado à nossa identidade espiritual. Muitas pessoas aceitam sim o termo como o mesmo que sanatana-dharma, que é um termo sânscrito mais preciso para o caminho védico. Nossa genuína identidade espiritual está além de quaisquer nomes temporários, como cristianismo, islamismo, budismo ou mesmo hinduísmo. Afinal, Deus jamais Se descreve como pertencente a quaisquer de tais categorias, dizendo-Se apenas um Deus cristão ou um Deus muçulmano ou um Deus hindu. Por isso alguns dos maiores mestres espirituais da Índia evitam se identificar apenas como hindus. O caminho védico é eterno, logo além de todas essas designações temporárias. Estou, então, chamando o nome “hindu” de uma designação temporária?
Temos que nos lembrar de que o termo “hindu” sequer é sânscrito. Numerosos estudiosos dizem que o mesmo não se encontra em parte alguma da literatura védica. Então, como esse nome pode realmente representar a cultura ou o caminho védico? E sem a literatura védica, não há base para “hinduísmo”.
A maioria dos estudiosos considera que o nome “hindu” foi desenvolvido por estrangeiros invasores que não conseguiam pronunciar o nome do rio Sindhu apropriadamente. Algumas fontes defendem que foi Alexandre, o Grande, quem pela primeira vez renomeou o rio Sindhu para Indu, omitindo o “s” inicial e assim tornando mais fácil a pronúncia para os gregos. O rio ficou conhecido, então, como Indus. Isso se deu quando Alexandre invadiu a Índia por volta de 325 a.C. Suas forças macedônias, então, passaram a chamar a terra a leste do Indus de Índia, um nome usado especialmente durante o regime britânico.


Posteriormente, quando os invasores muçulmanos chegaram de localidades como o Afeganistão e a Pérsia, chamaram o rio Sindhu de rio Hindu. Consequentemente, o nome “hindu” foi usado para descrever os habitantes das terras nas províncias do noroeste da Índia, onde se localiza o rio Sindhu, e a região em si foi chamada de “Hindustão”. Porque o som sânscrito de “s” se torna “h” na língua parse, os muçulmanos pronunciavam sindhu como hindu, muito embora as pessoas da área pessoalmente não usassem o nome “hindu”. A palavra foi usada pelos estrangeiros muçulmanos para identificar as pessoas e a religião daqueles que viviam naquela área. Com o tempo, mesmo os indianos conformaram-se com o termo utilizado por aqueles no poder e adotaram os nomes hindu e Hindustão. De outro modo, a palavra não tem significado exceto por aqueles que lhe dão valor ou a usam por conveniência.
Outra visão do termo “hindu” demonstra a desorientação que causa no entendimento da verdadeira essência dos caminhos espirituais da Índia. Como escrito por R. N. Suryanarayan em seu livro Universal Religion (p.1-2, publicado em Mysore em 1952): “A situação política do nosso país há séculos, digamos entre vinte e vinte e cinco séculos, torna muito difícil compreender a natureza desta nação e de sua religião. Os estudiosos ocidentais, e historiadores também, fracassaram no que diz respeito a traçar o verdadeiro nome desta terra Brahman, um país de dimensões continentais, e, portanto, contentaram-se em tratá-la pelo termo ‘hindu’, apesar de ser um termo sem sentido. Essa palavra, que é uma inovação estrangeira, não é utilizada por nenhum de nossos escritores sânscritos ou reverenciados acharyas em suas obras. Parece que o poder político foi o responsável por insistir na continuação do uso da palavra ‘hindu’. A palavra ‘hindu’ se encontra, é claro, na literatura persa. Hindu-e-falak significa ‘o negro do céu’ e ‘Saturno’. Na língua arábica, hind, não hindu, significa ‘nação’. É vergonhoso e ridículo ler o tempo todo na história que o nome ‘hindu’ foi dado pelos persas ao povo de nosso país quando aportaram no solo sagrado de Sindhu”.
Outra visão da fonte do nome “hindu” se baseia em um sentido depreciador. É dito ser “certo que o nome ‘hindu’ foi dado à raça ariana original da região por parte dos invasores muçulmanos a fim de humilhá-los. Na língua persa, a palavra significa ‘escravo’, e, de acordo com o islã, todos aqueles que não aderem ao islã são chamados de ‘escravos’”. (Maharishi Shri Dayanand Saraswati Aur Unka Kaam, editado por Lala Lajpat Rai, publicado em Lahore, 1898, em Introdução)
Um dicionário persa intitulado Lughet-e-Kishwari, publicado em Lucknow em 1964, fornece o significado da palavra “hindu” como “chore [ladrão], dakoo [saqueador], raahzan [assaltante] e ghulam [escravo]”. Em outro dicionário, o Urdu-Feroze-ul-Laghat (Parte Um, p. 615), o significado persa da palavra hindu é descrito ainda como barda (criado obediente), sia faam (cor negra) e kaalaa (preto). Assim, tudo isso são expressões denigritórias ao povo indiano na visão dos persas.
Basicamente, então, “hindu” é a mera continuação do termo muçulmano que se tornou popular apenas dentro dos últimos 1300 anos. Desta forma, podemos entender que não é um termo sânscrito válido, tampouco tem algo a ver com a verdadeira cultura védica ou o caminho espiritual védico. Nunca existiu uma religião que se chamasse hinduísmo até o povo indiano em geral colocar valor nesse nome e aceitar o seu uso. É surpreendente, então, que alguns acharyas indianos e organizações védicas não se interessem por usar o termo?
A grande confusão começou quando o nome “hinduísmo” passou a ser usado para indicar a religião do povo indiano. As palavras “hindu” e “hinduísmo” foram usadas frequentemente pelos britânicos com o intuito de grifar as diferenças religiosas entre os muçulmanos e as pessoas que se tornaram conhecidas como hindus. Isso foi feito com a intenção bem-sucedida de criar atrito entre os habitantes da Índia de acordo com a política britânica de “dividir e reinar” para tornar mais fácil seu contínuo domínio sobre o país.
Todavia, devemos mencionar que outros que tentam justificar a palavra “hindu” apresentam a ideia de que os rishis de tempos remotos, muitos milhares de anos atrás, também chamavam a Índia central de Hindustão, e o povo que vivia ali, de hindus. O seguinte verso, supostamente pertencente ao Vishnu Purana, Padma Purana e à Bruhaspati Samhita, é apresentado como prova, mas ainda não estou certo em relação a onde exatamente o verso pode ser encontrado:
aasindo sindhu aryantham yasyabharatha bhumikah
mathrubhuh pithrubhuchaiva sah vai hindurithismrithaah
Outro verso diz: sapta sindhu muthal sindhu maha samudhram vareyulla bharatha bhumi aarkkellamaano mathru bhumiyum pithru bhumiyumayittullathu, avaraanu hindukkalaayi ariyappedunnathu. Ambos os versos mais ou menos indicam que quem quer que considere a terra de Bharatha Bhumi, entre o Sapta Sindu e o Oceano Índico, como sua terra natal é conhecido como “hindu”. Porém, aqui também temos a menção do verdadeiro e antigo nome da Índia, que é Bharata Bhumi. “Bhumi” significa Mãe Terra, mas Bharata é a terra de Bharata, ou Bharata-varsha, que é o território indiano. Em numerosas referências védicas nos Puranas, no Mahabharata e outros textos védicos, a região da Índia é referida como Bharata-varsha, ou a terra de Bharata, e não Hindustão. O nome Bharata-varsha certamente ajuda na apresentação das raízes e do passado glorioso do país e de seu povo, especialmente em relação à sua cultura védica.
Outras duas referências comumente utilizadas são as seguintes:
himalayam samaarafya yaavat hindu sarovaram
tham devanirmmitham desham hindustanam prachakshathe
himalyam muthal indian maha samudhram vareyulla
devanirmmithamaya deshaththe hindustanam ennu parayunnu
Estas também indicam que a região entre os Himalayas e o Oceano Índico se chama Hindustão. Assim, a conclusão é que todas as pessoas da Índia são hindus independente de sua casta ou religião. É claro que nem todos concordarão com isso.
Outros dizem que, no Rig Veda, Bharata é referido como o país de “Sapta Sindhu”, isto é, o país de sete grandes rios. Isso é naturalmente aceitável. Contudo, exatamente de qual livro e de qual capítulo esse verso vem é algo que precisa ser esclarecido. Não obstante, alguns dizem que a palavra sindhu se refere a rios ou mares, e não meramente ao rio específico chamado Sindhu. Além disso, é dito que, no sânscrito védico, de acordo com dicionários antigos, sa era pronunciado como ha. Assim, pronunciava-se “Sapta Sindhu” como “Hapta Hindu”. Supõe-se, então, que foi assim o surgimento da palavra “hindu”. Também se diz que os antigos persas se referiam a Bharata como “Hapta Hind”, como registra o clássico Bem Riyadh. Essa é outra razão para alguns estudiosos acreditarem que a palavra “hindu” tem sua origem na Pérsia.
Outra teoria é que o nome “hindu” sequer vem do nome Sindhu. A. Krishna Kumar explica: “Essa visão [de Sindhu/Hindu] é insustentável uma vez que os indianos naquele tempo tinham a mais elevada e invejável posição no mundo em termos de civilização e riquezas, e não é possível que não tivessem um nome. Eles não eram aborígenes desconhecidos aguardando para serem descobertos, identificados e cristianizados por estrangeiros”. Ele cita um argumento do livro Self-Government in India, por N. B. Pavgee, publicado em 1912. O autor cita um idoso swami e sanscritista de nome Mangal Nathji, que encontrou um antigo Purana conhecido como Brihannaradi na vila Sham, Hoshiarpur, Punjab. O mesmo continha este verso:
himalayam samarabhya yavat bindusarovaram
hindusthanamiti qyatam hi antaraksharayogatah
Mais uma vez, a localização exata desse verso no Purana não é informada, mas Kumar o traduz assim: “A terra compreendida entre as montanhas Himalayas e o Bindu Sarovara (Cabo Camorim) é conhecida como Hindusthan pela combinação da primeira sílaba ‘hi’, de ‘Himalaya’, e a última sílaba ‘ndu’, de ‘bindu’”.
Acredita-se, é claro, que isso deu origem ao nome “hindu”, atribuindo uma origem indígena ao nome. A conclusão é que as pessoas vivendo nessa área são conhecidas, portanto, como “hindus”.
De qualquer modo que essas teorias possam apresentar suas informações e de qualquer modo que possamos refletir sobre elas, o nome “hindu” tem origem simplesmente como uma designação corpórea e regional. O nome “hindu” se refere a uma localização e a seus habitantes, e originalmente não tinha nenhuma ligação com a filosofia, a religião ou a cultura das pessoas, que certamente podiam mudar de uma para outra. É certamente correto dizer que todos da Índia são indianos, mas e quanto à sua religião e ao seu pensamento? Estes são conhecidos por numerosos nomes segundo as várias aparências e crenças. Assim, eles não são todos hindus, e muitos que não seguem o sistema védico já objetam serem chamados por esse nome. “Hindu”, portanto, não é o nome mais apropriado para um caminho espiritual, senão que o termo sânscrito sanatana-dharma é muito mais apropriado. A cultura dos indianos antigos e sua história é a cultura védica, ou o dharma védico. É mais acertado, portanto, usar um nome baseado nessa cultura para aqueles que a seguem do que um nome que apenas diz respeito à localização de um povo.
Por conseguinte, o caminho espiritual védico é mais adequadamente tratado por sanatana-dharma, que significa “a ocupação imutável e eterna da alma em seu relacionamento com o Ser Supremo”. O dharma do açúcar, por exemplo, é ser doce, e isso não muda. E se não é doce, não é açúcar. Ou o dharma do fogo é fornecer calor e luz. Se não faz isso, não é fogo. Da mesma forma, existe um dharma, ou natureza, próprio da alma, que é sanatana, eterno. Tal dharma é imutável. Há, portanto, o estado de dharma e o caminho do dharma. Seguir os princípios do sanatana-dharma pode nos levar ao estado puro de reavermos nossa esquecida identidade espiritual e nosso relacionamento com Deus. Essa é a meta do conhecimento védico. Assim, o conhecimento dos Vedas e de toda a literatura védica, tal como a mensagem do Senhor Krishna no Bhagavad-gita, bem como os ensinamentos das Upanishads e dos Puranas, não se limitam apenas a hindus, que são restritos a determinada regiões do planeta ou famílias. Esse conhecimento, na verdade, destina-se ao mundo inteiro. Como todos são seres espirituais e têm a mesma essência espiritual, como descrevem os princípios do sanatana-dharma, todos têm o direito e o privilégio de entender esse conhecimento.
Se gostou deste material, também gostará destes: Yoga nos Dias de Hoje, Os Avataras do Senhor Krishna.
 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Vivemos mais! Vivemos bem? Por uma vida plena


Vivemos mais! Vivemos bem? Por uma vida plena

       

de  Mario Sergio Cortella / Terezinha Azerêdo Rios

 

Coleção:     Papirus debates

Encadernação:     Brochura
Nº Páginas:     112

Público Alvo:     Geral


O LIVRO

Muito se tem escrito, falado e divulgado sobre o aumento da expectativa de vida. A todo momento ouvimos recomendações de como manter a qualidade de vida: prática de exercícios, alimentação saudável e assim por diante.
Para além de todas essas questões, há, contudo, uma experiência pessoal, única. A seu modo, cada um de nós pode fazer do próprio envelhecimento um processo de crescimento contínuo: não biológico, mas de aprendizado e convívio, de autoconhecimento e compreensão.
Assim, enfrentando a vida com coragem, partilhando as experiências, sendo vital no dia a dia, talvez, além de longa, nossa vida possa ser larga, ampla.

O CONTEÚDO

A vida como desafio
Viver mais e viver bem
Tempo amigo, tempo inimigo
Olhando para trás e adiante
A ditadura do relógio e o valor do tempo
A ampliação do horizonte de vida
A vida só vale porque é finita
Quais são seus planos para o futuro?
Aposentadoria não é desocupação!
Vida boa = Presença do desejo

SAIBA MAIS


Lançamento

segunda-feira, 29 de julho de 2013

YOGA SUTRA Uma abordagem prática Edição com Nova Capa por Giridhari Das - Gustavo Dauster

YOGA SUTRA


Uma abordagem prática


 


Edição com Nova Capa


 


por Giridhari Das - Gustavo Dauster




Baseado na tradução e comentários de Srila Hridayananda Das Goswami Acharyadeva (Howard J. Resnick, PhD).



166 páginas



Tamanho: 15 x 21 centimetros.



 O Yoga Sutra descreve a essência do yoga - elementos práticos, obstáculos, resultados intermediários e seu objetivo final.



Este livro é baseado na tradução do sânscrito ao inglês dos sutras feita pelo Doutor Resnick, que especial atenção devido às suas imensas qualificações.



Dr. Resnick também conhecido como Hridayananda Dasa Gosvami, é doutor em Sânscrito e Estudos Indianos pela Universidade de Harvard.



 É praticante dedicado de bhakti-yoga desde 1969, tendo viajado mundo afora treinando pessoas em bhakti-yoga e palestrando sobre o assunto de yoga e filosofia védica.



Esta apresentação do Yoga Sutra se destaca por sua clareza e praticidade, desmistificando o texto e mostrando sua sempre atual relevância para todos aqueles interessados em evoluir como pessoas.



Gustavo Dauster estuda e pratica o yoga metafísico sob a guia do Dr. Resnick há 20 anos, e ocupa-se em tempo integral a ensinar o palestrar sobre o assunto desde 1998.


Biografia de Acharyadeva Hrdayananda Dr. Howard J. Resnick




O AUTOR

Giridhari Das (Gustavo Dauster)

-          Nascido em Praga, Tchecoslováquia, 6 de maio de 1969
-          1ª Iniciação em 1998, sob o guru Srila Hridayananda Das Goswmami Acharyadeva, membro da ISKCON e discípulo de Sri Srimad A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, fundador-acarya da ISKCON
-          2ª Iniciação em 2001
-          Casado com Carana Renu DD em 26 de setembro de 2008

Estudos

1979-1987      American School in London, Londres, Inglaterra
Middle and High School
1987-1988      Brown University, Providence - Rhode Island, EUA
1989-1991      Universidade de Brasília, Brasília, Brasil
1999                Diploma em Economia, Charter Oak State College,
New Britain, Connecticut
2003                Diploma de Bhakti-shastri, com menção de honra

Ocupação em Auto-realização e Yoga

1998-presente - Coordenador do Programa Amigos de Krishna

2001-2010 - Presidente da Associação BBT Brasil (Editora da ISKCON)
2004-presente - Presidente e fundador da ONG Paraíso dos Pândavas
2005-presente - Membro do CGB (Conselho Governamental do Brasil)
2008-2010 - Vice-Presidente e membro do Comitê Executivo do CGB
2009-presente – Membro do Conselho Nacional de Nova Gokula
2010-2011 - Presidente e membro do Comitê Executivo do CGB
2011-presente – Secretário Zonal para a ISKCON Brasil

Livros Publicados (em Português)

Ciência Espiritual - Uma Introdução à Sabedoria do Yoga, 2005
Yoga Sutra de Patanjali - Uma Abordagem Prática, 2007
-  Publicado também em Chinês em 2008 (9000 exemplares)
Notas:
- ISKCON - Sociedade Internacional da Consciência de Krishna - www.harekrishna.com.br.
- Bhakti-shastri é um título da ISKCON que é concedido apenas a aqueles que demonstram grande competência na compreensão filosófica das escrituras védicas.
- Amigos de Krishna é o programa da ISKCON do Brasil de aconselhamento e ensino de bhakti-yoga à distância.
- A BBT (Bhaktivedanta Book Trust) é a maior editora de livros de filosofia védica do mundo.
- ONG Paraíso dos Pândavas é uma OSCIP dedicada a difusão dos valores do yoga, ecologia e assistência social.
- O CGB é órgão administrativo máximo da ISKCON do Brasil.
- RGB – Regional Governing Body, corpo administrativo regional da ISKCON mundial.
- Nova Gokula é a projeto rural mais antigo e proeminente do Brasil - www.novagokula.com.br.
- O livro “Yoga Sutra - Uma Abordagem Prática” já está disponível em 5 idiomas (Português, Chinês, Polonês, Inglês e Espanhol)


UM LANÇAMENTO





sábado, 27 de julho de 2013

GRÃOS DE AREIA de Shri Damodara




GRÃOS DE AREIA


de Shri Damodara




187 páginas



Tamanho: 21 x 14 centimetros


Era uma vez uma professora Evalda Andrade que queria ser escritora, hoje temos uma devota e escritora, e das boas,  Sri Damodara. Assim éla é conhecida na comunidade Hare Krishna de Nova Gokula, onde mora, e onde lançou seu romance “Grãos de Areia”.
Foi lá que conheceu Hrdayananda dasa Goswami, seu mestre, que a incumbiu de escrever romances a partir daBhagavadgita e do Srimad-Bhagavatam, escrituras milenares da Índia antiga. E assim surgiu para nosso deleite as páginas de Grãos de Areia. Não se engane, este não é um pseudo-romance de auto-ajuda , desses que saem aos borbotões por aí.É literatura com fundamentos dos mais claros e magníficos do Srimad-Bhagavatam. (E.C.)

O LIVRO
 " Maria da Glória se apressou, embora não quisesse. Seus pés afundavam na areia tão movediça, graças ao balanço das ondas, que ora vindo, ora indo, espalhavam doidamente os pequeninos grãos... E, devido a essa simples, porém mágica dinâmica, ela ponderou, enquanto caminhava, como o tempo cumpria seu papel, com perfeição. Afinal, não seríamos nós carregados pelas ondas do tempo, que ora nos aproximam, ora nos afastam uns dos outros, assim como as ondas do mar sacodem impetuosamente os minúsculos grãos de areia da praia?"


Uma história que, certamente, poderia ser a de muitos nesse mundo. Um intenso drama familiar e uma jornada de abnegação de uma mãe em defese de seu único filho. Uma tranquila cidade do interior contrastado com uma inquieta e angustiada professora.O tempo como elemento inexorável da vida, curando feridas, alimentando esperanças e subjugando desavenças. Assim como o amor.


" O vento sopra agora, carrega as folhas da mangueira para lá e para cá. E para lá e para cá elas vão se tocando e se afastando, no remoinho da vida..."




A CRITICA
Ambientado na zona da mata canavieira, o livro poderia se filiar a uma tradição regionalista. Entretanto, o romance se desprende desse espartilho, por levantar questões de ordem universal, dentro de uma maneira poética de narrar. O próprio título invoca uma metáfora. Afinal, não seríamos nós carregados pelas ondas do tempo, que ora nos aproximam, ora nos afastam uns dos outros, assim como as ondas do mar sacodem impetuosamente os minúsculos grãos de areia da praia? - Tribuna do Norte

UM LANÇAMENTO



segunda-feira, 22 de julho de 2013

SANIDADE ESPIRITUAL de Purushatraya Swami


SANIDADE ESPIRITUAL

de  Purushatraya Swami

 

226 páginas


Este é um livro que contém crônicas , artigos e ensaios. São verdadeiras reflexões do aqui e do porvir. Na minha mente e coração inquietos sempre estou em busca da boa palavra, aquela que me aquieta e conforta e em outras horas me inspira ou mais, me da um chute no traseiro como que se diz , vai à luta, descobre-te, ilumina-te. E eu sigo assim aqui na praia , olhando a imensidão do tempo e sorvendo o néctar dos saberes antigos e vislumbrando os caminhos de um mundo espiritual claro e impoluto.




Leiam isto ...

" Ah, a fé...Palavrinha pequena muito pouco compreendida, mas, quando bem usada, torna-se "a" chave da porta de entrada de um reino maravilhoso - a Transcendência. A Fé deve sempre estar associada com a razão. Aí ela fica poderosa. Se ela está sozinha, pode descambar para a cegueira - a tal "Fé Cega". Só causa estragos . (...) escreveu magistralmente Purushatraya Swami.  (E.C.)


O AUTOR
Purushatraya Swami, nascido em 1945, é natural do Rio de Janeiro. Cursou a Escola Naval e formou-se em administração.

Aos 24 anos, despertou um grande interessesobre o pensamento oriental, e seis anos mais tarde, decidiu ingressar na vida monástica.

Em 1985, na Índia, foi iniciado na ordem renunciada de vida, sannyasa,recebendo o título de Swami e sendo reconhecido como mestre em bhakti yoga.

Por sete anos, morou na Índia, dedicando-se ao estudo e ensino de filosofias comparadas e sânscrito.

É um reconhecido palestrante, tendo visitado todos os continentes. Hoje, reside novamente no Brasil, onde coordena um projeto espiritualista/ecológico em Paraty, RJ.



Purushatraya Swami - Sunday Feast Lecture


UM LANÇAMENTO


MATSIA - O PEIXE QUE FALAVA E FAZIA OUTRAS COISAS por Shri Damodara


A muito estávamos esperando para nossos filhos e netos , e porque não para nós mesmos obras encantadoras e conteúdo pleno de amor e de ensimamentos. Bons ventos os trazem o selo Sankirtana Kids. Sabias palavras do Bhagavatam com a doçura do traço de grandes artistas e contadores de histórias. Experimente. Namaste! (E.C.)


O LIVRO


MATSIA - O PEIXE QUE FALAVA E FAZIA OUTRAS COISAS


por Shri Damodara




20 páginas



Tamanho: 21,5 x 21,5 centimetros



 Ilustrações coloridas



 Laminação fosca anti- reflexo (facilita a leitura)



 Textura sensorial



 Papertoy para montar












O SEU CONTEÚDO

Como pode um simples peixe ser tão fantástico?

Ele fala, cresce e me encanta.

Quem é esse peixe?

O que é essa missão sobre o que ele fala?

Com um coração humilde, entenderei esse mistério.



 UM LANÇAMENTO


domingo, 14 de julho de 2013

Kirtan Fest!



Festivais de kirtan de longa duração tomam proporções cada vez maiores pelo mundo afora. A cada dia, novos adeptos desta prática milenar buscam por eventos onde possam vivenciar o prazer ilimitado que há no cantar do maha mantra Hare Krishna.
Foi pensando em ampliar as oportunidades para os apaixonados por kirtan que o projeto Kirtan Brasil decidiu investir energia e trazer um novo conceito para este segmento. Temos o prazer e apresentar-lhes o KIRTAN FEST simplesmente kirtan!
Seguindo o modelo de eventos exitosos como o Kirtan Mela (Alemanha e India), o qual une a prática do kirtan a uma dosagem filosófica que justifica o cantar, o KIRTAN FEST será realizado de 11 a 17 de Novembro de 2013 em Nova Gokula (Pindamonhangaba - SP) e terá diariamente 12 horas de kirtan, sempre após a tradicional leitura do Srimad Bhagavatam, cujo tema central será exclusivamente focado na importância do cantar o maha mantra. Além disso, celebrações dos 40 anos da ISKCON BRASIL também terão espaço durante esta semana.
A outra novidade é que levaremos o KIRTAN FEST para Santiago do Chile (2 e 3 NOV ) e  Buenos Aires (8 e 9 NOV). Grandes nomes do kirtan yoga mundial estão previstos para participarem desta incrível turnê, tais como Amala Kirtan Das (EUA), Deva Dharma Das (India), Bhakti Lata Devi Dasi (EUA), Amala Harinam Das (Londres), Nadiya Mani (Londres), entre outros que ainda estão por confimar. Será de fato um evento imperdível!
Fique por dentro da organização deste grandioso festival, prepare-se e marque presença num evento que irá mudar sua vida!